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Sindicato dos DJs, a cada dia mais próximo e mais claro…

Muitas pessoas entram em contato conosco, já que nosso blog constam informações do segmento DJ (e todos os demais que atuam na área). Uma das questões mais levantadas é a do Sindicato… Como somos apenas mais um veículo de comunicação, tomamos o cuidado em informar o que sabemos ou o que participamos, não o que “ouvimos dizer”, porém, que fique bem claro: São instituições distintas. A nossa é o que está descrito aqui e o Sindicato é o que está descrito aqui, que a cada dia, percebemos que está mais próximo de acontecer (sanção presidencial), mas ainda consta muita especulação, inverdade, dúvida. Desde que ocorreu a primeira reunião, que citei nesse outro post após participar de um “debate” na MTV, muita coisa mudou e para melhor. A começar pela declaração que consta no site do Sindecs (Sindicato dos DJ’s e Profissionais de Cabine de Som do Estado de São Paulo):

“NOTA PÚBLICA

O SINDECS vem a público esclarecer que está há anos lutando para que a atividade de DJ e Produtor DJ seja reconhecida como PROFISSÃO.

É uma luta pelo RECONHECIMENTO da existência da atividade de DJ e Produtor DJ junto ao Ministério do Trabalho e demais órgãos federais e instituições privadas.

As outras questões TODAS de regulamentação da atividade cada Sindicato vai resolver com os DJ’s da sua região através de assembléias públicas realizadas com os membros da categoria.

COM RELAÇÃO AO CURSO DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

Diferentemente das críticas que circulam na internet, a necessidade de normatização dos cursos e a obrigação de DRT profissional para o exercício legal da atividade não são exigência do SINDECS.

A DRT de profissional para o exercício da atividade está ligada diretamente ao Ministério do Trabalho e Emprego e aos outros órgãos federais com os quais o trabalhador brasileiro se relaciona através de programas sociais como seguro desemprego, FGTS etc etc.

Na prática sabemos que o fato do indivíduo saber operar um mixer, um cd ou até mesmo um dispositivo mais sofisticado como um software de computador não faz dele um DJ. Isto é óbvio para quem está no mercado há tempos.

Mas ao mesmo tempo apoiamos a necessidade de normatizar os cursos existentes a fim de validar um programa nacional que capacite tecnicamente, culturalmente e musicalmente os novos indivíduos interessados em ingressar neste mercado de trabalho.

REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO

A regulamentação da profissão DJ seguirá o modelo praticado em outras atividades profissionais que foram regulamentadas no passado.

A jurisprudência garante ao profissional que já exercia a atividade de DJ obter sua DRT sem a necessidade de curso profissionalizante.

ENCERRAMENTO

Assim sendo, com relação ao propósito da existência do Sindicato dos DJ’s, é preciso muita cautela e responsabilidade por parte de quem critica a necessidade da organização e dos critérios de avaliação da capacitação do aspirante a profissional.

Vivemos numa Democracia.

Mas viver a Democracia conscientemente é ajudar a tomar decisões. E isto requer participação. Não é simples e nem fácil como apenas emitir opiniões.

Convidamos todos os DJ’s e Produtores DJ’s para que saiam da posição conveniente de criticar e venham ajudar a construir esta história.

A NOSSA HISTÓRIA!”

Siga o Sindecs no Twitter e saiba mais.

Aliás, falta de divulgar ou o que para ter apenas 154 pessoas (hoje) seguindo o mesmo ? Seguir (como chamamos no Twitter) não quer dizer que você seja contra ou a favor, mas sei lá, pensando de outra maneira aqui, é fácil perceber que muitas pessoas só dão valor quando perdem ou quando algo se torna legal, obrigatório ou de sucesso… Tantas perguntas, tantas dúvidas, tanta “falação”, tanto “achismo” para esse resultado ? Essa “procura” ? Obviamente, há muito o que se fazer, pensar, discutir, consertar, somar, no entanto, é necessário que haja uma base (alicerce) que o Sindecs está realizando através de sua diretoria e conselheiros até que ocorra a sanção e possamos saber realmente o que de fato é, como é, onde é, etc. Para colaborar, o DJ Alex Hunt fez uma entrevista informal com o DJ Tibor, que é o Vice Presidente do Sindecs. Uma coisa antes de mostrar os vídeos: Se você, amador ou profissional do segmento que NÃO conhece ou nunca ouviu falar do Tibor, então tem duas boas opções. A primeira, é que se atualize -que significa muitas vezes dar passos para trás para poder dar um para frente-. A segunda, é que da mesma forma que percebemos algumas pessoas dizerem que o Sindicato está vivendo o seu “mundinho”, digo: Saia do seu e participe para impor as coisas que você gostaria para TODOS, não para você.

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DJ profissional desde 1989, radialista e locutor, é fundador e diretor da DJ Ban - Electronic Music Center.

  • Olá…Atuo como mobile DJ em minha região em eventos sociais, trabalhei no ECAD, entendo de direitos autorais e conexos, recebo direitos autorais herdados de meu pai e mãe que eram titulares de obras, sou locutor free lance e durante todo este tempo emiti RPA para a empresa onde trabalho por opção minha. Era isso ou não era nada. Pois bem, requeri o meu atestado de capacitação junto ao sindicato dos radialistas e está em análise… Em análise? OK concordo com o procedimento, mas tem que passar por banca analisadora e ser votado, segundo o presidente do sindicato. Se apresentei os documentos (RPA´s), com imposto recolhido durante estes 3 anos… se constam estes recolhimentos na base de dados do INSS, para que ser votado? Digo tudo isso para que, nesta etapa da criação da categoria, fiquemos atentos a este tipo de burocracia(necessária ou desnecessária) para que seja alcançado o objetivo maior ao meu entender: direitos para os DJ´s(trabalhistas e conexos musicais), formalização, insalubridade e principalmente: valorização, enquanto ser humano que faz o que gosta e é reconhecido por isto. Por analogia temos o direito de termos reconhecida a categoria como tem as outras e o Estado tem o DEVER de aprovar que é pra isso que eu pago pra ele, pra ele trabalhar pra mim e cuidar dos meus interesses como cidadão.
    Entendi a proposta do Tibor dita em entrevista e concordo plenamente em tudo com os ideais.
    As músicas criadas com a velocidade da tecnologia atual poderão ficar de fora deste bolo de arrecadação por não terem esta rubrica e cercear ainda mais a categoria musical no Brasil, excluindo os DJ´s definitivamente e nos colocando na posição de “garçon musical” sem direito a nada.
    Não acenda o cigarro perto do garçon no bar porque é crime agora, mas pode fumar lá perto do DJ que ele é gente boa…
    Vamos sair da zona de conforto e brigar pela causa, falando claro, aberto, direto e exigindo nossos direitos.
    Quanto ao que fazer: estamos bem representados por Hunt e Tibor ao meu ver, são experientes estão embasados e num nível apropriado para tal. Nós aqi na pista podemos nos mobilizar e participar de abaixo assinados locais, falar em rádios sobre o assunto e cobrar sempre.
    Contem comigo.
    90*113424
    coloco o meu site à disposição também

  • Atuo em São Paulo como Dj á mais de 20 anos ,
    Prefiro aguardar confiante de que esta regulamentação seja benéfica para nossa categoria , quem acompanhou a primeira tentativa sabe o quanto queria-mos que estas leis fossem aprovadas e agora que estamos há um passo aparecem um monte de polemicas ,tipo formação de monopólio ,puxação de tapetes por parte dos donos de casas que não querem burocracia e etc…, como disse e repito , melhor confiar e tomar-mos todas as medidas cabiveis para o cumprimento da lei e que ao invés de separar mais a classe nos unamos em pró dela para que não saiam prejudicados djs , cursos , e quem pretenda se tornar um dj respeitavel .
    valeu pelo espaço.
    sorte a todos.

    Dj Clécio.