HomeNotícias2ª Mostra Play! com Pfadfinderei, Dollsquimia e muito mais!

2ª Mostra Play! com Pfadfinderei, Dollsquimia e muito mais!

A produtora Verve Cultural retoma sua parceria com a Galeria de Arte Digital do Sesi, transformando o edifício do FIESP em uma grande tela de videogame. É a 2ª edição da mostra Play!Os participantes interagem com diversos jogos na zona interativa, onde foi instalado um container, na Alameda das Flores. Ali também acontecerá a performance Push The Buttom, do duo espanhol Dollsquimia. A mostra conta também com obras visuais em loop e um workshop com Paulo Muggler. As vinhetas da primeira edição da Play!, criadas pelo VJ Spetto, também serão exibidas nos intervalos entre as obras. Confira a programação completa:

07 de abril a 04 de maio de 2014

20h às 22h – Obras interativas, alternando a cada 10 minutos:

Car Crush SP – Paulo Muggler

Car Crush São Paulo é um aplicativo inspirado no jogo Candy Crush Saga, sucesso de 2013. Carros coloridos e outros veículos tomam o lugar das famigeradas barrinhas de doce. Dois jogadores competem entre eles e contra o relógio para conseguir a maior pontuação possível, que cresce conforme os veículos são destruídos.

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Play Goal – Pfadfinderei

A obra baseia-se nos jogos de cobrança de pênaltis incorporando a estética dos jogos de pinball (arcade). A interface é composta por uma bola de futebol real, a fim de proporcionar ao participante uma experiência similar àquela dos jogadores numa partida de futebol profissional, em que o sucesso da jogada depende exclusivamente de sua ação. Os artistas desenvolveram um sistema de sensor incorporado à bola real, que fica fixa na área de interatividade. Conforme a direção e força do chute, a bola virtual surge na fachada do edifício. Animações dos jogadores na fachada tentam bloquear o gol.

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Street Crosser – Noobware & Nutune

Inspirada nos alarmantes índices de atropelamentos em São Paulo, Street Crosser estimula os jogadores a atravessar uma avenida movimentada sem serem atingidos. Os jogadores, além de cruzar a rua, devem ajudar outros personagens do jogo a chegar ao outro lado com segurança. O jogo é uma crítica ao hábito de atravessar as ruas sem utilizar as faixas de pedestres, como também à ausência de áreas seguras para cruzamento, como pontes e plataformas em determinados pontos da cidade. A obra faz uso de uma mecânica de jogo semelhante a Frogger, clássico jogo de Atari. Através de botões coloridos acoplados a uma mesa de acrílico, dois jogadores controlam um pedestre cada, movendo-os. Cada partida tem duração de 30 a 90 segundos.

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22h às 6h – Obras visuais em loop

SP-O-Matic – vapor 324

A obra evidencia a potencialidade dos novos softwares e aplicativos de smartphones e o caráter educativo que tais jogos podem ter como construtores de uma nova realidade. O tema base é a população da cidade de São Paulo, mostrando de maneira divertida sua heterogeneidade. A Galeria de Arte Digital se transforma num imenso smartphone rodando o SP-O-MATIC, um aplicativo em forma de jogo que tem como objetivo criar rostos com as diversas opções de olhos, bocas e narizes disponíveis. Assim como são os cidadãos que formam as cidades, o conteúdo exalta que o poder está na mãos do participante que co-criar a cara da cidade de São Paulo.

Indie Pixel Life – Duo2

“Se você fosse um personagem de um jogo de videogame que se passa na cidade de São Paulo, quais poderes ou façanhas você daria a seu avatar?” Com base nas respostas a essas perguntas, os artistas criam animações que expressam os variados desejos ocultos dos habitantes em forma de “avatar”, tendo a cidade como cenário para agirem de acordo com sua imaginação. Os artistas se inspiraram no universo dos Indie Games, que ganham cada vez mais espaço e relevância no mercado atual, e geralmente são produzidos por uma ou duas pessoas com pouco ou nenhum recurso e de ótima qualidade final.

 

Pixels Deslocados – Alberto Zanella

A obra marcou esteticamente a primeira edição da Play! ao retratar elementos dos games clássicos que se tornaram precursores do design contemporâneo e parte do imaginário coletivo. São eles: o Pac-man, Tetris, Another World, Pong, etc. Pixels Deslocados faz uma releitura destas criaturas digitais em situações que fogem do ambiente onde elas sempre estiveram contidas e abusa das cores vibrantes e de grafismos pixelados. Aborda a nostalgia dos traços simples e as alternativas criativas da computação gráfica nas décadas de 70 e 80.

12 e 13 de abril – 20h às 20h30

Push The Button – Dollsquimia

Dupla formada por Iona Pergo (vocalista, compositora e artista visual) e Ravel Creixach (produtor musical). Performance generativa que combina música 8-bits, a estética de competição dos games, estética do erro, remix, instrumentos adaptados, vozes sintéticas e o uso de código-arte como audiovisual. A dupla faz uso de sintetizadores, vários gadgets típicos de jogos (Guitar Rig, controles de Playstation, Game Boys, Videogames, etc), de modo a produzir áudio e vídeo em tempo real.

Dias 28, 29 e 30 de abril das 18h30 às 21h30

Workshop Games of Life – Simulação e Mecânicas Semiautônomas em Jogos Digitais – Paulo Muggler

A fim de ampliar a discussão sobre a arte digital interativa e a influência dos videogames na cultura contemporânea, será oferecido, gratuitamente, um workshop que aproximará o público dos conteúdos e técnicas para o desenvolvimento de games. Saiba tudo sobre o workshop nesse link.

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Por:

A DJ Ban é uma empresa fundada em 2001 e sediada em São Paulo. Entre as áreas de atuação estão cursos, loja, TV, estúdios para treino e gravação de sets, palestras, locação de equipamentos, eventos, e outras atividades ligadas a música eletrônica.