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Idéia pela inclusão social – parte 05

Gustavo Henrique Silva Alberto

Drogas x Raves, uma batida fora do compasso

Introdução: 

Este texto tenta mostrar uma breve história das raves, sua ligações com o tempo e sociedade, mudanças comportamentais, influência na comunidade frequentadora, exemplo e demonstração de estudos realizados fora do Brasil e exemplificação do método adotado por outros países para erradicar o uso de drogas e identificar pessoas dependentes químicas que usam as raves como área livre para o uso de entorpecentes.

Desenvolvimento:

Dentre as múltiplas narrativas que se encarregam de datar o surgimento das raves, a versão que mais se destaca conta que essa festa nasceu nas praias de Goa, na Índia. No final dos anos setenta, desiludidos com o ideário individualista e repressivo que se consolidava nos Estados

Unidos e na Europa, dissidentes do movimento hippie partiram rumo ao Oriente em busca da “espiritualidade perdida”.

Para observar essa metamorfose que acometeu as relações sociais nas raves psicodélicas, desde seu surgimento em Goa na Índia até as megaraves realizadas no Brasil atualmente, procuro auxílio teórico na metáfora da “tribo” de Maffesoli.

O autor retoma o termo a partir de suas reflexões sobre o hedonismo, o nomadismo e o ritualismo pós-moderno. A partir da percepção das mudanças nas noções de tempo/espaço ou na constituição das identidades/identificações o autor propõe o termo socialidade.

A socialidade contemporânea se fundamenta na multiplicidade de valores, os vínculos sociais se estabelecem em função de emoções compartilhadas e em torno de afetividades em comum. Destacam-se as tribos pós-modernas. Encaixam-se nessa designação maffesoliana, as raves da atualidade em que os participantes se agrupam buscando experienciar emoções compartilhadas. No presente da festa todos são ravers, experimentam os deleites hedonistas a partir das vibrações da mesma música, da suposta dança libertadora e do uso das mesmas substâncias energizantes.

No entanto, a preocupação essencial nesse tipo de agregação coletiva é o presente vivido e a efemeridade da empatia momentânea.

A música é também um meio de comunicação muito forte que tem o poder de unificar as pessoas, transformando-as para a consciência de um mundo progressista e melhor. E como promotores do progresso não podemos deixar de ajudar as pessoas a entenderem a importância e as facilidades da globalização, a divulgação dos talentos das comunidades é uma forma de trazer o interesse pelo meio digital, trazendo à tona assuntos que servirão de informativos para a população. Dentre os quais citamos: A Necessidade de Preservação do Meio Ambiente, Orientação Sexual para os Adolescentes e a Juventude, Alcoolismo e Drogas, Saúde na Terceira Idade, Como Combater a Violência, Discriminação, Os Direitos da Criança e do Adolescente, Reciclagem, Combate ao Trabalho Infantil, Evasão Escolar, Inclusão Social Através dos Programas Governamentais.

Dessa forma, ouso afirmar que os frequentadores e consumidores das festas raves não manifestam oposição à metamorfose sofrida pela festa, pois o tipo de relação social que eles mantém não permite a projeção de um futuro coletivo. O vinculo social que formam baseia- se numa história que se revela no início da festa e se esgota ao desligar das caixas de som.

A socialidade que se dá no momento da festividade é fundamentada na proposta hedonista de “curtir o momento” e durante suas eufóricas experiências os indivíduos travestidos de personas ravers compartilham apenas a busca pelo êxtase e pelo coletivismo presentista.

Perante essa constatação, percebo como a citação abaixo, que narra o discurso de origem das raves psicodélicas, destoa da realidade cartografada nesse artigo.

“Nos últimos tempos, vimos as raves serem invadidas por

pessoas despreocupadas com qualquer filosofia ou valor,

interessadas apenas em experimentar novas drogas e testar

os limites do corpo. As festas foram contaminadas por

preconceito, brigas, hipocrisia. E a magia foi se apagando.”

 “a dança, por exemplo, se tornou uma coisa muito sensual e

antes não era assim, você ouvia a música e se deixava levar e

não se preocupava em mostrar algo pra outras pessoas hoje é

evidente que mudou tudo, a preocupação maior das pessoas é

chegarem vestidos de marcas importadas e produtos de grife,

nesses anos isso vem mudando cada vez mais, mas isso é um

reflexo da popularização das festas eletrônicas no Brasil.”.

Raves limpas, saudáveis e dentro do compasso: Análise e estudo das raves e projetos sociais implantados na França.

As raves mais famosas acontecem na região norte da França, perto da fronteira com a Bélgica – que, por sua vez, dá acesso à Holanda, onde é mais fácil adquirir drogas. Tanto as festas de um lado quanto de outro da fronteira, que duram de três a quatro dias, são igualmente cobiçadas pelos frequentadores de raves (lá chamadas de teknivals) e algumas contam com mais de 40 mil pessoas. Foram exatamente essas festas que o professor francês DominiqueDuprez, da Universidade Lille, elegeu como objeto de pesquisa de campo. Ele também é diretor de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa Científica francesa e desde a década de1990 se dedica ao estudo das drogas, porém em comunidades mais pobres dos subúrbios parisienses.

“Quando o assunto é uso de drogas, é muito mais fácil

conversar, entrevistar e fazer perguntas às pessoas de

localidades mais pobres. Nas classes médias, é quase

impossível tratar deste tema com naturalidade. Por isso, tive

que traçar uma estratégia de pesquisa e concluí que seria

muito mais fácil penetrar nessa faixa através da cultura

techno”, explica Duprez.

Foi pesquisando o uso recreativo de drogas nas raves que ele descobriu o que qualifica como um “trabalho de formiga” da ONG Médecins du Monde (Médicos do Mundo). Os médicos que tocam a organização montam stands de redução de danos (na França, “réduction des risques”) nas raves e desenvolvem ali algumas práticas, que fazem parte da “Missão Rave”.

Exemplo de aplicação do método:

A abordagem da ONG se dá em quatro frentes: aproximar-se dos usuários de drogas e chegar aonde outros não chegam; a livre adesão por parte dos usuários; uma ligação médico-social isenta de preconceitos; e o não repúdio ao consumo de drogas, que, nas raves, é visível. Essa intervenção sanitária da ONG nas festas surgiu após demanda dos próprios participantes, já que nenhuma outra instituição desse tipo chegava nos teknivals. A característica da ação do

Médecins du Monde nas raves é a mobilidade: as equipes se deslocam a todo o momento.

As equipes são multidisciplinares: estes médicos, enfermeiros, farmacêuticos, psicólogos e educadores, assalariados ou voluntários, já dão apoio aos teknivals desde 1997.

De acordo com o site da ONG, as emergências mais freqüentes são cortes, queimaduras, dores de cabeça e de barriga, cansaço e hipoglicemia. Estas, atualmente, acabam ficando por conta dos bombeiros, da Cruz Vermelha e do próprio serviço de atendimento médico de urgência, que ficam instalados ao redor das raves. “Nosso papel, portanto, tem se focado mais na proximidade com os usuários, na criação de uma ligação e na conscientização dos riscos. Com nossa equipe, eles se sentem à vontade para falar livremente sobre o uso de drogas”.

Aplicação no Brasil:

Tendo em vista o estudo e a exemplificação dos métodos utilizados na França, se tem como objetivo a implantação deste sistema em raves no Brasil.

Standes de atendimento médico emergencial, tratamento e encaminhamento psicológico, conscientização in loco durante o acontecimento da rave, distribuição de panfletos educativos, mini palestras entre as apresentações dos Djs, execução de filmes e documentários, são alguns dos caminhos sugeridos para que haja uma gradativa e significante diminuição do consumo de drogas e álcool em festividades.

Sabemos que mesmo com erradicação do consumo de drogas em raves o preconceito estará sempre ligado decorrente da variável rave x música eletrônica x drogas. Tendo como principal incentivadora e injustamente culpada a música eletrônica.

Música é um sinal sonoro combinado por meio de compassos, notas, timbres e melodias que é capaz de causar reações inimagináveis no organismo humano. O despreparo psicológico, falta de conhecimento, e apoio leva aos frequentadores muitas das vezes não utilizadores de drogas a utilizar pela primeira vez em locais como raves. O que causa um errado ângulo de visão sobre a música eletrônica.

O uso de drogas é globalizado e disseminado em todo lugar. Tanto os frequentadores de raves quanto os não frequentadores devem ter noção que o uso é ilegal, mas que rave não é um território livre para o consumo, concentração de camuflados viciados de drogas que aproveitam da situação para o consumo.

A atuação de ONGs nestes locais se tem como objetivo não ir direto ao foco, mas a um local de fácil contato e constatação. Causando assim uma reação em cadeia tendo como objetivo a erradicação do consumo de entorpecentes em área de realização de raves e desvinculando o mal compreendimento da relação rave x música eletrônica x drogas.

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Felipe Eduardo Duzzi

Minha ideia é a criação de um clipe para uma música especial da dj ban que defina os contrastes brasileiros, a dança e a música eletrônica: Para isso, a dj ban precisará de djs (isso não falta, será de fácil realização, a música pode até ser o projeto de mixagem, trazendo diferentes ideias).

Também é preciso encontrar pessoas que se disponham as filmagens, preferencialmente jovens de de todas as razões sociais (claro, o tema é inclusão) e uma filmagem boa mas não precisa ser profissional, pois o projeto precisa ser “realizável”, não muito caro!

 O clipe deverá conter uma história: garotos que gostem da música eletrônica e dancem bem! (esses são em média 5) combinam de se encontrar para dançarem juntos, e logo se inicia a música e eles começam à disputar, conversar, interagir, dançar… Para juntar essas pessoas, não é muito fácil, por isso pensei numa opção muito viável: é divulgado nos sites parceiros da dj ban a necessidade de colaboradores. Cada um pode gravar o vídeo em casa mesmo (preferencialmente num fundo verde, para a possibilidade de edição). Esses vídeos voltam à dj ban para a edição e, utilizando o programa After Effects se junta os vídeos e cria-se um fundo padronizado. A realização disso é muito fácil!

Esse trabalho deve ser postado em páginas de grande acesso na internet e sites de relacionamento, para que se tenha uma conscientização de que a música eletrônica faz bem à quem a pratica: saúde, felicidade e inclusive a inclusão. E também esse trabalho servirá para mostrar que a dj ban apoia essa opção de atividade!

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Alex Sandro de Almeida

Fazer um evento eletrônico benifíciente…. pra ajudar as crianças carentes com câncer tirando os gastos o restante sera beneficiado a casa de instituição ou hospital q cuida dessas crianças
A entrada pode ser desde alimentos não perecível ou mesmo cobrar uma entrada pra quem não levar tenho aqui até um simples projeto.
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Anco

Projeto Dada Music

ANCO 

Remixer, Reediter e Produtor de música eletrônica, Anco trabalha na área artística há mais de 25 anos e durante este período realizou projetos como ator e diretor de teatro 

–registrado no SATED/RJ (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Estado do Rio de Janeiro)–; Produtor de música eletrônica (Associado a UBC – União Brasileira de Compositores do Rio de Janeiro); e Designer, além da experiência ministrado aulas e dirigindo peças teatrais. 

Acompanhando o desenvolvimento e crescimento da música eletrônica no Brasil e no mundo desde a década de 1980, sua pesquisa profissional deu início em meados da década de 1990 quando começou a trabalhar em Rádios Comunitárias de Locutor e Operador de Áudio. A partir do ano 2000 produziu músicas eletrônica nos gêneros: House e vertentes, Freestyle, Breakbeat, Electro Funk, R&B e Rap. 

O PROJETO 

Projeto Dada Music 

Liderados por Tristan Tzara e fundado em 1916 em Zurique, capital da Suíça, o Movimento Dadaísta se estende até 1922, com um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos. O Movimento negava todos os valores preestabelecidos em busca de experiências e formas expressivas mais apropriadas à expressão do homem moderno e de sua vida. Procurava chocar o público libertando a imaginação, abusando da expressão artística anarquista, para protestar contra a sociedade burguesa. Esse foi o pontapé inicial para uma das manifestações artísticas mais rentáveis do momento: A música eletrônica. 

Pintores, artistas plásticos e escritores trabalhavam juntos, pois os dadaístas acreditavam na atuação interdisciplinar como única maneira possível de renovar a linguagem criativa negando toda possibilidade crítica ou acadêmica, considerando a expressão humana involuntária. 

Logo em seguida, em 1949, o francês, Pierre Schaeffer, radialista e técnico de som, juntou- se com o conterrâneo compositor Pierre Henry e formou o “Groupe de Recherche de Musique Concrète”. A dupla experimentou uma série de gravações de sons da natureza, ruídos, sons de máquinas em funcionamento e tudo mais que viesse a imaginação. Eles deram início ao Movimento Concretista chamando essas gravações de objetos sonoros. Através da manipulação e edição dos objetos sonoros, criavam repetições do mesmo trecho de áudio dando início ao que conhecemos hoje por samples e loops. 

Bem depois disso, já no final da década de 1970, com a queda da Disco Music, um DJ chamado Frankie Knuckles, residente de um antigo clube chamado The Warehouse, localizado em Chicago (o berço do House), percebe o enfraquecimento do gênero e para dar uma revigorada busca novos elementos no recém lançado instrumento musical da Roland a bateria TR-606 que era vinculada com o TB-303 que gerava sons de linhas de baixo.

Knuckles acelerou o tempo da Disco Music e misturou a uma base mais sintetizada e buscou nas igrejas, em corais gospel, vozes para dar continuidade ao que já estava sendo feito no gênero anterior com a disco diva gospel Loleatta Holloway. No início da década de 1980 o novo som começou a ganhar adeptos e em pouco tempo explode no mundo inteiro com o nome de House Music (nome dado ao gênero musical por causa do dito clube de Chicago – The Warehouse). Ao mesmo tempo outros gêneros são criados e ganham espaço no mercado fonográfico mundial como o R&B na figura da mais conhecida e premiada cantora gospel americana Aretha Franklin. 

Característica 

No Projeto Dada Music, será usado trabalhos musicais de alunos e ou ex-alunos da DJBan com características de desconstrução e fuga da obviedade em busca de uma liberdade anarquista tal qual o Movimento Dadaísta, mostrando o descontentamento da associação midiática da música eletrônica com a juventude inconsequente, drogada e prostituída; 

Mostrando que tem gente inteligente, que não faz uso de entorpecentes e que procura se divertir sem a propagada degradação moral e social na cena eletrônica. 

Esse é um evento onde haverá mostra, debates e esclarecimento da história musical eletrônica no Brasil e no mundo com a participação de convidados (músicos, musicistas, pesquisadores, disc jockeys/deejays (DJs), produtores musicais, produtores fonográficos e engenheiros de som). 

– Painéis – Serão montados painéis com características próprias para leitura e conhecimento dos Movimentos Dadaísta – movimento artístico que deu origem a música eletrônica – chegando até os dias de hoje. 

– Vídeo – Um documentário com músicos, musicistas, pesquisadores, disc jockeys/deejays (DJs), produtores musicais, produtores fonográficos, engenheiros de som será exibido esclarecendo muita coisa sobre o universo da música eletrônica. 

– Cronograma da Programação – Com entrada franca, na sexta-feira, primeiro dia com local e horário a ser definido para dar início ao evento. As pessoas poderão circular, ler os painéis e entender o Projeto Dada Music. Após a exibição do documentário haverá  palestra e debate com convidado(s) da cena musical eletrônica. No sábado, segundo dia do evento, acontecerá oficina de Djingle e Produção de Música Eletrônica durante o dia e a tarde. E à noite, encerra o evento com uma grande festa em um local a ser definido com muita música eletrônica. 

– Calendário da Programação – A ser definido. 

– Orçamento – A ser definido. 

– Execução da Produção – A ser definido. 

Objetivo 

A adolescência é a fase de transição entre a infância e a juventude, sendo este momento muito importante para o desenvolvimento, com características muito próprias, que levará a criança a ser adulto. É nesta etapa que fica clara algumas mudanças acentuando o progresso físico, amadurecimento sexual, surgimento do raciocínio hipotético-dedutivo e modificações a nível social. Jovens também passam por transformações inquietantes quando entram no estágio que os levam para a fase adulta.

O Projeto Dada Music tem a  preocupação com este momento da vida de todo jovem em formação, as condições a que esses são submetidos, de total degradação musical 

–  um desrespeito a cultura – se propondo a discussão, desenvolvimento, entendimento e construção de público através de oficinas, mostras e debates com vários profissionais do ramo, fazendo uso do Movimento Artístico que deu origem a música eletrônica, na busca de formação de um adulto bem informado para imprimir respeito e confiabilidade por parte da sociedade que criminaliza erroneamente o gênero musical devido a total falta de conhecimento. 

Outros 

As etapas de produção: Cronograma e orçamentos de todas as etapas da execução; Recursos materiais; Cronograma das liberações de pagamento – se houver; Plano de divulgação: a) definição da imagem do projeto; b) definição da imagem do patrocinador – se houver; c) definição dos veículos de mídia a serem utilizados para divulgação; Além de todos os passos para avaliação do processo; e etc. 

Um Caminho sem Volta 

Este é o momento de mostrarmos a sociedade que a cena da música eletrônica brasileira é capaz de formar pensamento crítico cultural e desenvolver projetos musicais adequados as necessidades de puro entretenimento sem riscos para o indivíduo. 

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Carlos Bruno Verçosa de Lima

Como sabemos, nós Djs fazemos a alegria e divertimento do público, Como sabemos existem varias ongs que ajudam Crianças e Adolescentes em sua formação educacional e profissional, que são sustentadas por doações, Nós trabalhamos com o público e eventos, onde eventos beneficentes poderiam ser feitos para arrecadação de fundos para apoiar ou então fundar ongs que promovem a inclusão social, Onde oferecem cursos profissionalizantes , esportes, oportunidades no mercado do trabalho para assim podemos fazer nossa parte para afastar do mundo do crime muitos jovens, e é sempre bom fazer uma criança feliz.

A DJ Ban é uma empresa fundada em 2001 e sediada em São Paulo. Entre as áreas de atuação estão cursos, loja, TV, estúdios para treino e gravação de sets, palestras, locação de equipamentos, eventos, e outras atividades ligadas a música eletrônica.

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