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Idéia pela inclusão social – parte 04

Leonardo Tosi 

Projeto E-SocialPort – Criando Beats, Mudando Vidas

Objetivos: Utilizar a música eletrônica como forma de promover a inclusão social de indivíduos desfavorecidos, seja por classe social, educação, idade, deficiência física ou outros através de comercialização digital de faixas de música eletrônica sem fins lucrativos, realização de eventos de música eletrônica beneficente e cursos gratuitos de discotecagem e produção musical.

A Ideia: Elaborar a criação de um site (portal) aos moldes de sites como beatport.comtraxsource.comjuno.co.uk para comercializar faixas de música eletrônica de dj’s, produtores e labels parceiros revertendo o arrecadamento em doações para instituições beneficentes interessadas em promover a inclusão social através de artes e música.

Fase 1 – Estabelecendo Parceiros

Nesta fase do projeto é importante estabelecer inicialmente três tipos de parceiros que irão ajudar na elaboração do projeto:

1.       Desenvolvedores Web e Profissionais de publicidade

·         Grupo de Desenvolvedores Web interessados em criar o site e trabalhar de forma colaborativa para desenvolver toda a parte funcional, logística e visual e que tenham disponibilidade posterior para dar suporte e atualização.

·         Profissionais de publicidade para elaborar a promoção e divulgação do site nos veículos de mídia.

2.       Dj’s, Produtores e selos nacionais de música eletrônica

·         Como o site não visa lucros é necessário que os Dj’s, produtores e selos cedam faixas, sets e produtos promocionais tais como camisetas e cd’s apenas para colaborar com o projeto e como divulgação de seu próprio trabalho. Para os dj’s e produtores iniciantes é uma ótima forma de promoção e para os consagrados é um jeito de enobrecer ainda mais todo o trabalho que já fizeram pela música eletrônica nacional.

3.       Instituições que irão receber as doações

·         Todas as instituições que trabalham em prol da inclusão social são potenciais candidatas a receber as doações, mas como não é possível beneficiar todas é interessante trabalhar com as que já possuem uma política de utilização de artes e música como forma de inclusão. Instituições de ensino público também seriam candidatas às doações.

Fase 2 – Custos

·         O projeto envolve eventuais custos como contratação de servidor de hospedagem, confecção de material promocional, taxas de bancos, impostos e outros que possam surgir com a expansão do projeto, o ideal será procurar além dos já mencionados parceiros da fase 1 empresas privadas e pessoas físicas que queiram dar o seu apoio financeiro.

·         É importante também elaborar um bom dimensionamento dos custos para que não haja impedimento para o sucesso do projeto, assim todos os parceiros envolvidos saberão exatamente quanto, o que e a finalidade do que estarão disponibilizando.

·         Caso haja emergência na arrecadação de fundos uma porcentagem das vendas poderia ser usada na manutenção do projeto sempre adotando transparência para esclarecer aos usuários do site o destino de seu dinheiro.

·         Há necessidade também de dimensionar o preço final dos downloads, botando na balança fatores como preços de outros portais do mesmo segmento, impostos, taxas geradas por boleto e cartão de crédito, entre outros, sem esquecer o principal que é verificar as necessidades das instituições e qual é a meta de vendas para suprir essas necessidades.

Fase 3 – Divulgação

·         Além de dos eventuais parceiros na área de publicidade a divulgação seria feita também nos principais veículos de mídia de música eletrônica com inserção de banner e menções em sites tais como rraurl, deepbeep, radiodj e a própria djban.

·         Menções na rádio Energia 97 FM, maior divulgadora da cena no país e que já possui histórico de trabalhos em projetos sociais.

·         Criação de perfis em redes sociais que são ferramentas poderosíssimas em matéria de divulgação, grande parte de consumidores de e-music utilizam essas redes.

·         A maioria dos dj’s e produtores hoje em dia usa a internet como forma de divulgação e é interessante pra eles divulgarem suas faixas em seus sites e blogs, o portal estaria sendo divulgado também quando o parceiro divulgar sua faixa que está no portal.

·         Vendas cruzadas: Ao visualizar ou a comprar uma faixa de certo produtor a página poderá conter um link para compras de faixas que o produtor comercializa em outros sites e incentivar a ele ao fazer o inverso trazendo benefícios para ambos.

·         Divulgação tradicional para o público alvo tais como distribuição de flyers em portas de clubs.

Fase 4 – Expansão

Com o eventual sucesso a fase quatro consistiria em criar mais formas de promover a inclusão social através do portal além da venda de música eletrônica, abaixo proponho algumas ideias:

·         Parcerias com clubs e dj’s para realização de festas do site com dinheiro de bilheteria revertido às instituições. Nestas festas também poderia ser realizado campanhas do agasalho e de arrecadação de alimentos aos moldes do que acontecia na extinta Lov.e Club.

·         Venda de material promocional como camisetas, cd’s, chaveiros e brindes.

·         Cursos, workshops e palestras gratuitos de discotecagem e produção ministrados pela DjBan e promovidos pelo site, realizados na própria DjBan ou nos locais de instituições que preparam os indivíduos excluídos socialmente para o mercado de trabalho, com a possibilidade dos alunos ou os que tiverem melhor aproveitamento possam tocar uma noite em algum Club como prêmio. (link do vídeo do programa A Liga na Band em que um ex-morador de rua revela que tem vontade de fazer um curso de DJ demonstrando que a discotecagem já faz parte da visão de muitos como uma boa opção no mercado até nas classes menos favorecidas: http://www.youtube.com/watch?v=6SGXy-8EE0w&feature=player_detailpage#t=234s).

·         Inclusão de faixas e sets de dj’s e produtores internacionais.

·         Criação de uma instituição própria feita pelos idealizadores e parceiros do projeto para continuar o trabalho já feito em outras instituições.

Considerações Finais

·         O site abrangeria todos os estilos de música eletrônica e em todos os formatos.

·         Qualquer parceiro é bem-vindo mas é primordial ter como parceiros gente que conhece a cena.

·         No fechamento de cada mês o site disponibilizaria as prestações de conta para os usuários e navegadores para demonstrar onde o dinheiro foi investido.

·         Interessante também seria vender faixas já consagradas, mas que já não geram tanto retorno financeiro para seus produtores, imaginem as vendas de uma Lk do Marky & Xrs ou uma Pontapé do Cohen, o usuário poderá ter essas faixas em seu case e ainda colaborar com a causa.

·         Ainda que exista uma forte tendência dos usuários em baixar música gratuitamente um portal como esse destinado a um projeto social serviria de incentivo a eles baixarem legalmente.

·         Especialistas dizem que no Brasil há mais de 4 milhões de consumidores de música eletrônica e o mercado continua crescendo, se pelo menos 0,1% desses 4 milhões baixasse 1 música por mês a 2 reais já daria pra suprir as necessidades básicas de uma instituição neste mês.

·         Nunca vi nada parecido em lugar algum, mas se existe, me desculpo pela falta de pesquisa, acredito que um site de vendas de música eletrônica com arrecadação totalmente voltada para um projeto social seria o primeiro.

·         Este projeto pelo fato de envolver uma série de parceiros seria a chance de mostrarmos também que a cena eletrônica é unida e tem maiores preocupações do que a mídia insiste em mostrar.

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Adriano Cesarano

Projeto Música Cidade 

Objetivo:
Oferecer conhecimento musical e capacitação técnica à população. Despertar interesse pela música de forma recreativa e profissional.

Público:
Foco em adolescentes, mas aberto a pessoas de todas as idades

Atuação:
Cidade de São Paulo, expansível a outras cidades e estados

Pretensão de parceria com a prefeitura de São Paulo, clubs e marcas de equipamentos de som

Fase 1: Introdução à música (workshop)

Equipamentos: 1 par de cdjs, 1 par de pick-ups (opcional, mas de grande valia), 1 mixer, 2 caixas de som, 1 lousa, flip chart ou equivalente, mini-apostilas, certificados.

1 instrutor

Frequência: Quinzenal

Conteúdo: Noções musicais, como compasso, ritmo, bpm, entre outros ítens; Despertar o interesse através do conhecimento. Além de ver a música de maneira técnica, ainda pode despertar ou aguçar a iniciativa de se tornar dj, produtor ou se dedicar a algum instrumento musical entre outras possibilidades no mundo da música.

Local: A definir, pode ser realizado em escolas, céus, parques, ou na própria Dj Ban.

Número de participantes: A definir, dependendo da estrutura. Pode abranger um grupo médio de pessoas com até 30 participantes por sessão

Duração: 2h

Participantes deste workshop podem se qualificar para participar da fase seguinte.

Fase 2: Operação dos equipamentos/Aprendendo a tocar (workshop)

Equipamentos: 1 par de cdjs, 1 par de pick-ups (opcional, mas de grande valia), 1 mixer, 2 caixas de som, 1 lousa, flip chart ou equivalente, mini-apostilas, certificados.
1 instrutor

Frequência: Quinzenal (intercalado com a fase 1)

Conteúdo: Breve revisão, explicação da instalação e funcionamento dos equipamentos, técnicas básicas de mixagem(teoria e prática), explanação sobre o cenário profissional da música, orientando os que desejam trabalhar na área.

Local: A definir, pode ser realizado em escolas, céus, parques, ou na própria Dj Ban.

Número de participantes: A definir, dependendo da estrutura, porém, por ter mais conteúdo prático, pode funcionar melhor com grupos menores de até 10 pessoas por sessão

Duração: 3h

Participantes podem se inscrever para refazer esta fase, porém não recebem apostilas e certicficados e estão sujeitos a fila de espera.

Fase 3: Festa com o tema do projeto

Djs profissionais voluntários se revezando no line das festas

Objetivo: Reforçar o nome e o conceito do projeto e possivelmente arrecadar fundos para manter/colaborar/ampliar o projeto

Local: Club parceiro (procurar parceria com algum club, que ganhará divulgação e também a promoção da festa no local)

Frequência: mensal

Acredito que o projeto pode se tornar sólido e ser ampliado, disseminando a cultura musical de maneira positiva, colaborando com o cenário musical e profissional, além de oferecer uma opção sadia de trabalho e diversão para a população.

Me voluntario como Dj para as festas e instrutor para os workshops. Estou apto a procurar parcerias com marcas, secretaria de cultura, clubs entre outros. Também para cuidar do line up, negociando com djs conceituados.
Com formação em webdesign, posso colaborar com as artes, logotipo, suporte a site e divulgação do projeto.

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Lidia Codo
1º Festival de Música Experimental Colaborativa de Alvarenga pela Paz

1. INTRODUÇÃO

A música é um fenômeno universal, que está presente na história de todos os povos e civilizações, em todo o globo, desde a pré-história. E, desde os primórdios, a música faz parte do dia-a-dia das comunidades, se manifestando de diferentes maneiras, em ritos, festas e celebrações das mais diversas.

A música experimental é uma das modalidades e estilo mais inovadora originado no século XX, que desafiou as concepções normais de como uma música deveria ser e extrapolou os limites popularmente conhecidos. Dessa forma, há pouco acordo sobre quão experimental uma música poderia ser, antes de ser considerada apenas ruido.

Na verdade, é praticamente impossível pensar em qualquer prática que o processo experimental não apareça nos processo de criação. E, certamente, o momento do encontro com o subjetivo é para muitos a parte mais agradável desses momentos de criação.

Assim, propomos a realização do “1º Festival de Música Experimental Colaborativa de Alvarenga pela Paz”, como um meio de utilizar a música como uma instância privilegiada de socialização de todos os seguimentos de nossa comunidade.

2. OBJETIVOS

Organizar um evento popular voltado para a divulgação e promoção do estilo música experimental colaborativo, contando com ampla participação de todos os estilos musicais do bairro Alvarenga e seu redor, premiando os melhores grupos colaboradores.

O objetivo central desde festival é mostrar que colaboração pode ser a melhor maneira de se promover uma competição saudável. A proposta aqui é reunir um grupo de jovens músicos talentosos para fazer com que se encontrem e trabalhem juntos. O material produzido durante esses encontros é que será apresentado no espetáculo final do do festival e o melhor
exemplo de colaboração será premiado.

Proporcionar aos grupos convidados participantes do nosso projeto a possibilidade do registro em vídeos de seu próprio trabalho, assim como para nós. Que auxiliará na busca pela identidade de cada um, e, com isso, também no desenvolvimento e significação das relações sociais. Estimulando o resgate, desenvolvimento, e recriando os valores: éticos,sociais, intelectuais e de autonomia.

Mapeamento Social: Um estudante de Ciências Sociais, que atua na área de mapeamento social e inclusão digital num dos distritos da cidade de São Paulo, fará o mapeamento social
de Alvarenga – São Bernado do Campo. O mapeamento facilita o levantamento dos grupos artitiscos que existem na região e a divulgação do Festival.

3. JUSTIFICATIVA

Na indústria cultural o dinheiro determina o fluxo de criatividade: muitas manisfestações interessantes ficam escondidas por essas barreiras mercadológicas. Nesse evento existe o espaço para essa criatividade se fazer conhecida e recompensada, estimulando novos artistas e investindo em cultura sem preconceitos limítrofes.
A sobrevivência de projetos autorais alternativos deve ser vista como uma forma de oxigenar as idéias do meio cultural, por dar oportunidade a conceitos e idéias que muitas vezes não teriam espaço nos meios tradicionais ou no mercado. Manter em atividade tais iniciativas requer enorme dedicação e empenho pessoal, por serem projetos cuja pesquisa e realização muitas vezes não são amparadas pelas instituições tradicionais e também por não entrarem num perfil do mercado, acabam por se fragmentando.

O não registro já fez com que muitos trabalhos artísticos caíssem no esquecimento. Preocupando-se com a preponderância da mídia, especialmente da imprensa diária, em nossa contemporaneidade do que é ou não relevante para o nosso entendimento do mundo, na construção de sentidos e ordenamento da realidade social e na constituição de memória hegemônica, propomos o registro de nossas memórias que rotularam como “marginalizadas”, na perspectiva de resgatar no que acreditamos que seja um patrimônio cultural. É preciso refletir sobre nossos procedimentos e os modos como lidamos com a imprensa em nossa pratica de pesquisa para não tomá-la como um espelho ou expressão de realidade passadas e presentes, mas como uma pratica social constituinte da realidade social, que modela formas de pensar e agir, define papéis sociais, generaliza posições e interpretações que se pretendem compartilhadas e universais.

Além de criar um registro destes artistas conscientiza nossa memória cultural, sua matriz principal é a rua. A intervenção no espaço da cidade, seja em espaços culturais ou em ruas, praças e avenidas criam visibilidade para novas manifestações artísticas, ao evidenciar a existência de artistas em atividade e proporcionar ao público o contato com essa produção emergente. Uma das grandes barreiras encontradas na arte é a de levar o trabalho ao público, havendo pouca estrutura de distribuição. Junta-se a isso o pouco espaço destinado à estas manifestações artísticas alternativas na grande mídia, a falta de vontade das gravadoras em investir em novos talentos, cada vez mais focadas em produtos que vendem fácil e denigrem nossa cultura, de forma que grande parte dessas manifestações tornam-se marginalizadas para a grande massa.

4. RESULTADOS ESPERADOS

Espera-se que “1º Festival de Música Experimental Colaborativa de Alvarenga pela Paz” seja um evento de envolvimento de toda a comunidade local, com a participação de crianças, jovens e adultos.

5. AVALIAÇÃO

Após o evento, a equipe organizadora fará um “Relatório de Avaliação” dos resultados, quando serão apontados as metas alcançadas, especialmente no que se refere ao número de inscrições, os gastos financeiros, o público presente, e o grau de aceitação do “1º Festival Municipal de Música Experimental Colaborativo”. Esse trabalho de avaliação será importante para se ter uma opinião clara e tecnicamente embasada dos resultados obtidos durante o evento, o que certamente possibilitará um melhor desempenho na realização de outros trabalhos posteriores.

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Ednelson Rodrigues Timoteo

Minha idéia “Como promover a inclusão social através da música eletrônica?”.É de uma maneira que vai contar com a participação das comunidades,Subprefeituras e idealizadores do projeto: ” Música Eletrônica para ouvir com o corpo” esse projeto tem como base levar para os jovens e pais carentes informações corretas sobre música,em especial Música Eletrônica,História da música eletrônica,origem,estilos,vertentes,evolução da música eletrônica,equipamentos,a edéia que os idealizadores promovam palestras sobre festas,festivais,importância da música na sociedade e na vida,música é arte,movimento é vida,já diziam os grandes filósofos:” A música expressa o que não pode ser dito em palavras mas não pode permanecer em silêncio.”

O idealizador vai distribuir material necessário como apostilas e apresentar videos,imagens dos grandes festivais,festas e vai contar com a presença de um dj dando depoimento falando sobre a profissão, cena atual e como se tornar um dj,mostrando performance e uma pequena introdução de viradas e ao final de cada palestra á entrega de cds com seus sets,a idéia é a realizar nas escolas onde vai ser  fundamental a presença dos jovens, pais,educadores e sociólogos para a troca de idéias e experiências de vida,onde é mostrar que a música é alegria é união de todos os povos,não essa coisa negativa que festas Raves só promovem brigas e estão associadas as drogas,vamos mostrar o verdadeiro espirito da coisa a essência é o que eu vivi e agora esses jovens estão vivendo é uma fase de descobertas,festas,curtição com a galera,ao contrário que a mídia diz,um jovem não vai se tornar uma ameaça á sociedade só porque esta frequentando essas festas ou Clubs,o que vai definir se ele vai se tornar uma pessoa de caráter é a relação familiar é o exemplo dos pais,a estrutura da família é a base de tudo na vida de um jovem,essa é a idéia,trazer os pais para o convívio dos filhos é a relação afetiva que vai torna-lo uma pessoa de bem,então trazer os pais para essa troca de experiência é fundamental para seu desenvolvimento social,isso será feito desta maneira:pode ser realizado por semana,quinzena ou mensal nas escolas, em finais de semana,onde vamos promover arte e cidadania tudo em clima de alegria e festa e a cada projeto finalizado vamos fazer uma matiné com a presença de todos.

Os jovens não sabem Diferençar um estilo do outro,para eles toda música eletrônica é Psy!

Quando estava tocando em escolas ou em bairros, sempre aparecia um e dizia:aí! toca aquele Psy!não é Psy é Electro House,toca aquela outra!qual?não é Psy! é Tech House e aí ia… Tais informações são fundamentais para esses jovens e pais,que pensam que essa música só fica nisso,não saí disso,vamos mostrar que tudo á armonia que cada estilo é diferenciado,vamos mostrar a verdadeira cultura eletrônica e promover a inclusão social e inclusão musical nas escolas.

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Fabrício Ayres

Tenho duas idéias para ações sociais:

Criar a sexta eletrônica na escolas da região com DJs da região (Ex: Eu) tocando por exemplo 3 horas de músicas após o recreio,

E assim patrocinando o que a música eletrônica tem de bom. (Á combinar com as escolas e prefeitura da região)

Montar um stand e fazer eventos nas praias do litoral norte ao sábados com DJs locais proporcionando ao banhistas o melhor da música e agitando a galera.

(Á combinar com a prefeitura e segurança local (Polícia Militar) Seria muito bom.

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Paulo Roberto Pereira

Por meio de eventos, sejam festas, workshops ou coisas do gênero, feitos em modo “coletivo”. Tem-se primeiro o orçamento de tudo: DJs, produtores, local, etc. Logo depois, pega-se este valor e divide-se por uma quantidade mínima de pessoas para que se possa realizá-lo.

Tendo essa quantidade, inicia-se a venda dos ingressos, com um valor reduzido, porém com uma quantidade de pessoas maior. Vendendo a quantidade mínima de ingressos o evento acontece. Tornando a cultura da música eletrônica mais acessível à todos, sem perder o lucro de um evento, por exemplo.

Parcerias com grandes marcas como Pioneer, Numark, Native Instruments, Stanton, Ableton, dentre várias outras, podem ser feitas. Assim, todos sairiam ganhando, tanto a marca envolvida quanto o público frequentador.

Simplificando, minha ideia é basicamente usar o mesmo esquema de compras coletivas na produção de eventos, tanto de lazer quanto educacionais, envolvendo o mundo da música eletrônica.

 

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Matheus de Oliveira 

A minha ideia para a inclusão social é a seguinte.. Que a Daniela Martins, com a ajuda do empresário Walter Silva, promova um cruzeiro Djban, onde djs e produtores, toquem seu set ou seu live todos os dias no cruzeiro, nada de 24hrs, festas apenas no fim da tarde e a noite toda. e sera proibido a entrada de drogas, e se for pego com droga dentro do navio ser punido (não sei como, porque não sei como funciona)

Com a ajuda do dj e jornalista camilo rocha, ele poderia fazer uma cobertura sobre a festa para a festa ser divulgada na midia..

E mostrar como pode se divertido os festivais eletronicos sem o uso de drogas

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Valter Lima 

um grande passo para a inclusão social da musica eletronica no brasil,seria no meu modo de analizar “objetivo” seria elaborado um canal de tv voltado completamente a tudo que se relaciona a musica eletronica,reporter’s trazendo materias colhidas nas diversas casas noturnas pelo brasil,informativos aos nossos dj’s tudo sobre lançamentos de equipamentos e modos de manuseio,ser um ponto de exposição sobre tudo que há de novo chegando na musica eletronica,lojas,escolas para dj’s,agências,etc e etc… seria otímo pra mim e pra todos os disc jockey’s do brasil,e ate mesmo porque o telespectador esta de saco cheio com tamanha falta de adrenalina na tv brasileira ,eu acho que seria um canal onde o telespectador poderia encontrar pessoas felizes curtindo a noite ou ate mesmo o dia,e desta forma até incentivar o mesmo a curtir a vida,ser mais feliz e passar a curtir mais musica eletronica!!! valeu? é a minha proposta!!! 

 

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Mauricio Fagundes Ribeiro

A ideia seria de uma track e vídeo clipe , feito com pessoas de vários lugares do Brasil , ou de lugares diferentes de são paulo e região,o legal seria se pessoas de diferentes stereo-tipos participassem ,diferentes idades, onde mostraríamos que dentro da musica eletrônica não existe separação , e que todos estão inclusos socialmente para participar dessa grande cena brasileira , alias o Brasil é o pais onde se encontrar as mais variadas culturas.

 

Seriam Gravados imagem e som da pessoa , pronunciando uma fala ou algum tipo de som com o próprio corpo.

 

Dentro desse clip , colocaríamos imagens desde lugares menos desfavorecíveis ate os lugares mais granfinos do Brasil , a track e o vídeo teriam como um intuito de mostrar que somos um só , independente de tudo , e que a musica mostra que todos sentimos essa mesma vibração.

 

Os timbres e grooves da track poderiam ser bem swingados com um ritmo bem latino , bem brasileiro , e com os vocais das próprias pessoas dos videos , e no final do vídeo poderíamos unir algumas pessoas que fizeram parte do vídeo e colocarmos dentro de uma festa onde todos dançariam e curtiriam juntos , pra mostrar que a musica eletrônica é mais do que sinterizadores e batidas marcadas , mais sim um ritmo em que é possível se incluir socialmente e alem de tudo , fazer amigos , se divertir e ser feliz !

 

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Andrios Batista

Levar projetos de festas e oficinas de DJ em comunidades de baixo recursos! Possibilitando que crianças e jovem carentes  tenham acesso a uma profissão e  que conheçam toda a  vibe da musica Eletrônica!

A DJ Ban é uma empresa fundada em 2001 e sediada em São Paulo. Entre as áreas de atuação estão cursos, loja, TV, estúdios para treino e gravação de sets, palestras, locação de equipamentos, eventos, e outras atividades ligadas a música eletrônica.

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