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Idéia pela inclusão social – parte 02

Nome: Leandro de Paula Oliveira

Inclusão social “Música eletrônica na Educação Fundamental I e II e com crianças e adolescentes carentes e abandonadas”

Este é apenas um pequeno esboço para um futuro projeto a ser elaborado com mais estudos para que seja realizado em locais privados ou públicos, a idéia inicial e promover com a música eletrônica a alfabetização dos educandos na Educação Fundamental e a re-inclusão de crianças e adolecentes carente e abandonadas, pois iremos tratar não apenas a alfabetização (saber apenas escrever o nome), mais sim fazer com que está alfabetização seja saber ler e interpretar, somar, multiplicar, etc.

A música em qualquer seguimento tanto clássica ou eletrônica ou outros, nos desperta sentimentos, sensibiliza e transforma vidas, sabemos que através de estudos comprovados,  a música ajuda o cognitivo (pensar,concentrar), afetivo (social) e o fazer.

Trabalhando a música eletrônica com as matérias da Educação Fundamental I e II, pois utilizar como exemplo a matemática, onde temos números, somas, multiplicação, etc. Na música eletrônica temos os compaços, os bpm (batidas por minutos), a soma dos sampler, etc., e assim por diante com outras matérias como portugues, informática, história (história da música eletrônica), inglês, etc..

Este trabalho interdiciplinar com a música eletrônica na Educação Fundamental, poderá trazer para o educando mais estimulos para os estudos, mais concetração e interesse sobre as matérias relacionadas. Já no caso das crianças carentes e abandonadas, o trabalho é mais arduo pois o sentimento de um sonho é bem mais profundo, já que estás crianças e adolecentes já estão com uma marca negativa em suas vidas. Ao utilizar a música eletrônica como um instrumento de sentimento dando uma grande esperança para está crianças e adolencentes onde elas estarão aprendendo a música juntamente com matérias escolares sendo que a maioria são analfabetas, e promovendo a re-inclusão social, através de oportunidades nas escolas (com matriculas) ou até profissionais (com estágios), e até tirando estás crianças e adolecentes das drogas.

Através de iniciativas tanto privadas ou públicas (Escolas Municipais e Estaduais), teriamos locais, pessoal (qualificado) e equipamentos ideais para a realização deste projeto. E só assim com educação, formação e re-inclusão, consiguiriamos tirar está visão negra que a midia e sociedade está tendo da nossa música eletrônica.

Bom como disse no começo este é um pequeno esboço que ainda estou começando a elaborar pois como dj a 17 anos e amante da música eletrônica e  futuro professor de Educação Física, utilizarei todos os recursos para promover inclusão social, em todos os sentidos, com o conhecimento das leis (LDBEN) que estou adquirindo.

Infelizmente não tive tempo, para poder fazer uma apresentação como gostaria pois meu tempo está muito curto, e quase não deu tempo mem para fazer está pequena apresentação na data certa, pois trabalhar com pessoas, sonhos e sentimentos, não dá para se resumir em apenas algumas linhas com está acima.

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Thiago dos Santos Mota

Remixando a vida

RESUMO

A musicoterapia é uma conduta terapêutica utilizada em diversos equipamentos de saúde como hospitais, centro de atenção psicossocial (CAPS), Núcleos Integrados de Reabilitação (NIR), e clínicas de recuperação de dependentes químicos e organizações não governamentais de apoio à jovens carentes. O projeto’’Remixando a vida’’ visa ser integrado dentro desta cultura por meio de oficinas de discotecagem, com aulas teóricas e práticas.

PÚBLICO ALVO

Jovens dependentes químicos e jovens carentes. Portadores de necessidades especiais. Inserção do projeto em comunidades com alto índice de jovens carentes e população de baixa renda.

JUSTIFICATIVA

O projeto ‘’Remixando a vida’’, visa ensinar aos jovens, a arte da discotecagem como auxilio na recuperação e reabilitação desses jovens em tratamento contra dependência química, a jovens carentes e portadores de necessidades especiais em reabilitação. O projeto visa recuperar a auto-estima desses jovens, incluí-los em sociedade novamente e estimular o trabalho e o aprendizado em equipe. Muitos desses jovens carentes ou dependentes químicos acabam procurando outros caminhos justamente por não ter oportunidades na vida. E a discotecagem auxiliará como uma forma de terapia na intenção de fazer com que esses jovens expressem suas sensações e sentimentos por meio da discotecagem. Através de oficinas, esses jovens poderão buscar uma nova forma de prazer, pois muito são fisgados pela sensação de prazer que as drogas supostamente oferecem. Com a presença do Dj, o jovem aprende a ter uma referência, uma liderança ou simplesmente alguém que está ali para ensinar a música através das mixagens.

OBJETIVO

Atuar no combate ao uso de drogas e no combate ao preconceito contra os deficientes físicos através das oficinas. Criando valores pessoais como aprendizado educação permanente, perseverança, atitude, confiança, dedicação, amor pela arte da discotecagem e atenção. E criando valores profissionais também como, responsabilidade, pontualidade, criatividade, trabalho em equipe e dedicação. A oficina também será aplicada aos jovens carentes como auxilio no aprendizado de um novo oficio proporcionando a eles, a oportunidade de desenvolverem suas habilidades e capacidades como Dj´s e apresentá-los à cultura de música eletrônica e todos os processos que envolvem a criação desta arte. Como suas vertentes, equipamentos, profissionais e mercado de trabalho. Desenvolvendo também nos portadores de necessidades especiais a sua capacidade de concentração e criação e auxiliando também em seu processo de reabilitação. Outra característica importante seria a união de todos os profissionais que contribuem com essa cultura de música eletrônica como designers de flyers e convites, designers de vídeos entre outros.

QUADRO DE METAS

Criar oportunidades de trabalho para jovens carentes Auxiliar no tratamento contra a dependência química Auxiliar na reabilitação de portadores de necessidades especiais e deficientes físicos. Criar valores e princípios, morais e éticos. Resgatar valores pessoais e profissionais e inserir os participantes em sociedade novamente. Desestigmatizar a visão de música eletrônica tem relação com drogas.

METODOLOGIA

Aulas práticas e teóricas de 1 a 2x por semana, sempre ministrada por Dj´s.

Prática – Utilização de Cdj´s / Toca-Discos

Teórica – Utilização de livros, flyers, fotos, reportagens (para facilitar na representação da história da dance-music brasileira e aprofundar o conhecimento em música eletrônica por meio desses recursos.

EQUIPE EXECUTORA

Dj´s, oficineiros, musicoterapeutas e voluntários.

PARCEIROS

ESCOLAS DE DJ´S (DJ Ban), Organizações Sociais de Saúde e Núcleos de Atenção Primária à Saúde, Casas de Recuperação, Associações de Bairros e ONG´S (Jovens Carentes e Dependentes Químicos).

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Gustavo Refundini de Almeida

Hoje em dia temos a mídia indiretamente colocando a música eletrônica em evidência… Temos o exemplo da Rede Globo que está mostrando isso com a Novela Insensato Coração, que fez a música do Dj e Produtor “Tiko’s Groove” ficar Super conhecida a ponto de você estar no Ônibus e o pessoal ter essa música como Toque de Celular, “I Don’t Know What To Do” se tornou uma música da Massa hoje em dia! Até um tempo atrás o Faustão tinha um quadro onde os atores da Globo se Arriscavam como DJ’s.
Como sabemos que a Globo querendo ou não é uma Formadora de opinião, isso se refleti no público periférico com muita força. A DJ BAN poderia aproveitar esse “gancho” e promover um Curso juntamente com o Governo, aproveita a Estrutura que eles tem, um exemplo de estrutura são as “Oficinas de Cultura” que temos espalhadas por São Paulo.

Como seria isso? Primeiramente deveria ser avaliada a mais viável “Oficina de Cultura” onde se teria um melhor Apoio e Promover uma Palestra com possivelmente o próprio “Tiko’s Groover” ou Carlo Dall Anese  (que também teve sua música Bombada na Novela das Nove), e teria como enredo da Palestra os seguintes temas: Como começou sua carreira, como chegou a ter uma música na Novela das Nove, o que mudou em sua carreira ao ter essa exposição, e explicar que qualquer pessoa com força de vontade pode chegar a VIVER de música Eletrônica.
Esse seria o Gancho para gerar um Curso de DJ, as inscrições poderiam ser feitas a pós a palestra, assim, quem se sentir interessado pelo assunto, vai participar do curso!
O curso primeiramente iria mostrar o que um DJ realmente faz, e como essa profissão poderia gerar uma renda para sua vida, e mostraria que música eletrônica hoje em dia abrange muito mais coisas do que tocar em uma Balada. E explicar que o DJ não é somente aquele que toca em grandes festas ou festivais, é também aquele que faz um festa de 15 anos, festa de casamento, festa corporativas, que trabalha em uma rádio, em um teatro… Enfim, desmistificaria toda a profissão mostrando que DJ é muito mais do que muitos pensam! Com essa primeira parte do Curso, ocorreria uma “peneira” natural do curso e sobrariam realmente os interessados em encarar aquilo como Profissão!

A segunda parte do curso seria mostrar quais são as ferramentas do DJ, ensinando para que serve cada equipamento e o que ele pode fazer, mostraria também que hoje em dia para se ter um equipamento e fazer suas festas para ganhar seu dinheiro, não necessariamente precisa-se gastar milhões, um Computador e um Controlador pode ser o início. Mas mostraria a Forma “CORRETA” de usar esses equipamentos, mostrando que não é somente colocar uma música qualquer e apertar o botão “SYNC” que faz você se tornar um DJ!

A terceira parte do curso ensinaria o que é Música, e o como um DJ deve escutá-la, mostraria como se contar uma compasso, como “Casar BPM”, como misturar diferentes tipos de música e até fazer uma música NOVA em cima da Mistura de 2 Músicas, o chamado hoje em dia de “MASHUP”, ter uma noção de Feeling na escolha da música… enfim, mostrar como um DJ deve trabalhar!

A quarta parte do curso seria estimular o aluno à ser diferente do convencional, mostrando que até os Ritmos mais comum que ele esta acostumado a escutar, podem virar música eletrônica. Um exemplo disso é o projeto no qual eu (Guto de Almeida) faço parte, que é misturar Funk Carioca (que não deixa de ser NOSSA MÚSICA ELETRÔNICA) com Música Clássica o projeto chama-se “FunClassic”, ou misturar Sertanejo com Batidas 4×4, um Samba com Drum n’ Bass e assim ter um diferencial no mercado, a ponto de ele ser chamado para tocar em algum lugar justamente por ESSE diferencial!
A quinta e última parte do curso seria fazer uma Apresentação na própria “Oficina de Cultura” com os Alunos com melhor desempenho no curso, e por que não chamar outra vez o Palestrante do início de tudo para uma apresentação junto com os Alunos! Chamar a Imprensa e Mostrar o projeto ao povo… Afinal, os Alunos estariam fazendo uma coisa Muito diferente do normal visto hoje em dia.
A DJ Ban entraria como a patrocinadora “Master” do projeto e forneceria os equipamentos e Professores para esse “Curso de inclusão Social”… 

 

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Victor Rodrigues Pereira da Costa

A minha idéia, vem da minha paixão pela profissão DJ, como eu, acredito que muitas pessoas sonharam ou sonham como eu, de fazer um curso para ter uma base sobre como ser um DJ.Mas nem todos tem a possibilidade de pagar, a djban faz a parte dela pela música, promove cursos workshops, possui profissionais e gente que pode ajudar para que tudo isso aconteça, mas quem sabe uma bolsa de cursos para pessoas, acho que a palavra mais certa uma oportunidade gratuita, para uma quantidade de pessoas que realmente vão dar o devido reconhecimento e credibilidade no amor e na musica eletronica,a musica segue ao lado do esporte, dando vidas e chances melhores para pessoas de todas as classes sociais, principalmente as menos favorecidas, entao a minha idéia é chance de uma nova chance, para um começo quem sabe, como um dj ou produtor ou ate mesmo uma amante de musica eletronica, mas que vai entender e reconher, os verdadeiros heróis, que fazem pessoas novas atraves da musica.

Vamos incluir todos atraves da musica como profissionais ou realizando um sonhos, atraves dela(á musica). Como?

– A DJBAN, FAZ UM POST ONDE VAI ABORDAR O RESULTADO DA PROMOÇÃO, DANDO A CHANCE DE QUE CADA INTERESSADO, MANDE UM E-MAIL, ONDE EM APENAS 5 LINHAS DESCREVA POR QUE É MERECEDOR, DA BOLSA DE CURSOS DJBAN.

-APÓS A ESCOLHA, DO MELHOR ARGUMENTO E VERDADEIRO MERECEDOR DESTA CHANCE,SUGIRO UM VIDEO, PARA QUE NAO SÓ O GANHADOR MAS TODOS ATRAVES DE REDES SOCIAIS,YOUTUBE E ETC, VEJAM MAIS UMA VEZ QUE A MUSICA ELETRONICA TRANSFORMA E A DJBAN COLABORA PARA ISSO, FAZENDO COM QUE MUSICA SEJA UMA UM MEIO DE  INCLUSÃO SOCIAL.

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Lucas de Almeida

1° ENCONTRO DA MUSICA ELETRÔNICA

Hoje em dia a musica eletrônica se popularizou e trouxe com ela pontos negativos e positivos. Talvez seja uma forma difícil, e de não tantos retornos levar a musica eletrônica para inclusão social como um bordão. Como um mecanismo de transformação. E sim seria mais viável trazer a sociedade para a musica eletrônica. Discutir e fomentar formas que possam ser relacionadas tanto para os envolvidos com musica eletrônica quanto para a sociedade em geral. 

O encontro da musica eletrônica é um projeto que pode ser desenvolvido em parcerias com os profissionais da musica eletrônica (Djs, Produtores, Clubes, Festas etc).

A proposta também tem um vínculo com a inclusão social, onde com parcerias de entidades filantrópicas, e associações, vamos discutir e trazer informações sobre a musica eletrônica, tirando a visão negativa e formando idéias conjuntas.

Objetivo: 

O principal objetivo deste encontro é aproximar Djs, produtores, Clubes, festas, sociedade e amantes da musica eletrônica com o intuito de trazer idéias viáveis para o desenvolvimento da musica eletrônica de uma forma profissional, cultural, e de integração social.

Formato:

O encontro pode acontecer em três dias, sendo assim cada dia representado por uma instituição* (á definir).

1° Dia – Abertura do encontro, palestras, sobre a historia da musica eletrônica, palestra sobre careira profissional, novidades do mercado, palestras com djs, empresários de clubes e outros.

2° Dia – Discussão sobre projetos de melhoria para profissionais da musica eletrônica, propostas de projetos sociais desenvolvidos por clubes, festas e parceiros, discutir propostas que envolvem o meio ambiente e a sociedade que quando se trata de festas grandes como Raves, festivais, no interior e São Paulo, trazer a idéia de incentivar o público á doação de alimentos ou vestimentas, e incentivar a reciclagem durante os próprios eventos de alto porte. Discutir políticas públicas que envolvem a musica eletrônica, discussões gerais.

3° Dia – Encontro de Djs renomeados mostrando seu trabalho, campeonatos de remix, campeonatode viradas, mostra de vertentes, encerramento do encontro.

(Obs: Este formato pode ser modificado com a disponibilidade da realização do projeto, sendo feito em menos dias ou mais)

  • Cada dia de evento é representado por um instituição filantrópica, associação etc. 
  • A entrada do evento será feita por doação de alimentos, roupas ou brinquedos ou á definir, onde a instituição representada no dia vai ser beneficiada.

Público alvo:

Djs, produtores, empresários, amantes da musica eletrônica e público em geral.

Local:

De fácil acesso, galpão, ou até mesmo lugar publico. (o evento pode ser realizado com parceria entre a secretaria de cultura, onde indicará o melhor local para ser realizado).

Data de realização:

O encontro pode ser realizado uma vez ao ano ou á definir.

Produção para o encontro:

A produção do evento é de caráter simples, espaço, estrutura (Equipamentos), e divulgação.

Podemos viabilizar também estandes para parceiros, clubes, empresário dispostos a divulgar os trabalhos referentes a musica eletrônica.

Divulgação:

Internet, festas, clubes, promoters.

Parceiros:

Empresários da musica eletrônica, clubes, Djs, festas, prefeitura,e interressandos em geral.

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Félix Pimenta Rodrigues 

Jovem DJ

Introdução

O que as boates fazem quando não estão realizando suas festas? Aqui na minha cidade muitas ficam de portas fechadas. Que tal promover um mini-curso de DJ, direcionado aos jovens do ensino médio de uma escola de área carente, ao menos uma vez por ano, no espaço de uma boate? O valor do curso? Uma redação.

Objetivo

Realizar um mini-curso para estudantes do ensino médio de alguma escola (municipal ou estadual) de uma região carente ou que possuam alunos residentes de regiões carentes. Com o intuito de fazê-los conhecer um pouco do universo de um DJ.

Sobre o mini-curso

Trata-se de um curso simples, baseado principalmente na explicação dos componentes de uma pick up composta por dois CDJs e um mixer, e na mixagem.

Alguns temas podem ser abordados no decorrer do mini-curso, como: a história da música eletrônica, o cenário no Brasil, a diferença de estilos exemplificando os mencionados, etc. Mas isso depende do conhecimento dos DJs instrutores.

Sobre a escolha da escola

1ª opção: Conseguir uma lista das escolas estaduais e municipais situadas em áreas carentes , ou que possuam alunos residentes dessas regiões, na Secretaria de Educação do Município ou do Estado para a realização de um sorteio.

2ª opção: Escolher uma dessas escolas sem sorteio, aleatoriamente. Quem conhece um pouco sua cidade sabe quais são as áreas mais necessitadas.

Sobre a divulgação na escola

Idéias:

·         Com a visita de alguém da organização do projeto à escola.

·         Por meio dos professores (comunicados sobre a participação da escola no projeto)

·         Por meio de cartazes colocados nos murais da escola escolhida.

Sobre a seleção dos estudantes

O mini-curso visa atender um número “x” de alunos (8 ou 10 por exemplo). Os interessados em participar do curso deverão elaborar uma redação (tema e número de linhas ainda a serem pensados). Os autores das melhores redações poderão participar do mini-curso. É marcado um dia para o recolhimento das redações.
Os Djs instrutores escolhem as melhores.

Sobre como conseguir DJs para ministrar esse mini-curso

Os interessados devem se voluntariar. (Se eu fosse realizar esse projeto eu entraria em contado com DJs)                                          

Sobre a participação de uma boate

Se eu fosse realizar esse projeto eu iria atrás das boates interessadas. Acho que seria difícil conseguir o espaço já que não conheço o pessoal desse meio, mas se uma empresa reconhecida, como a DJBan, estivesse promovendo um projeto desse tipo as chances de se conseguir a parceria dela seria maior.

Sobre a duração, o local e os dias de realização

Por se tratar de um curso simples ele pode ser realizado em 4 aulas de 2 horas, por exemplo. Deve acontecer na boate que aderir ao projeto, dentro de uma semana ou nos sábados e/ou domingos. 

Sobre a conclusão do mini-curso

Idéias:

·         Seria legal se os estudantes recebessem um diploma simbolizando a realização do curso.

·         O aluno que demonstrou mais interesse e que participou ativamente do curso poderá participar de uma balada na boate, acompanhado de seus responsáveis, e ver o trabalho do DJ da noite em sua cabine (talvez até mixar uma música sendo ajudado pelo DJ)

·         Uma festa pode ser feita na escola. Os participantes podem fazer as mixagens sendo ajudados por um dos DJs que ministrou as aulas.

Sobre a divulgação do projeto

Pode-se tentar entrar em contato com o jornal local, rádios, donos de blogs de notícias, e até através do Facebook e Twitter da boate.

Conclusão

Eu concluo que além dos alunos selecionados terem a chance de conhecer um pouco de algo que sua condição social não permite, haverá um saldo intangível para os organizadores, DJs instrutores e para a boate, no que diz respeito a imagem, uma vez que inúmeras pessoas aprovam ações com o intuito de ajudar os menos favorecidos.

Eu não sou DJ mas pretendo ser. Conheci a música eletrônica a menos de 1 ano. Pra eu realizar esse projeto, hoje, seria complicado. Mas se vocês gostaram da minha idéia fiquem a vontade para pô-la em prática, excluindo ou adicionando algo do que foi apresentado, tornando ela mais simples ou mais complexa.

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Sérgio Schmitt França 

Uma maneira interessante seria realizar workshops gratuitos, seja ele em comunidades carentes ou em parceria com algum projeto social, falando um pouco mais sobre a música eletrônica e suas vertentes, monstrando os equipamentos que um produtor ou DJ utiliza, as novas tecnologias que a cada momento sempre estão se atualizando, tudo o que realmente seria voltado para conhecimento sobre este assunto, que ultimamente tem crescido e muito nas mídias.

Há estas pessoas que não possuem uma condição sócio-econômica alta e com isso podendo despertar nelas o interesse em realizar um curso de dj ou produção musical. 

Aos interessados poderia ser feito uma seleção e fornecer bolsas gratuitas para curso de DJs, como ocorre em faculdades, para que este público possa ter chance de, quem sabe, futuramente surgirem novos DJs, produtores de música eletrônica seria um projeto bem bacana. 

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Patrick Sanches de Souza Calixto

A Midia fala Negativamente da Música Eletronica, Pórem quem está por dentro da Música Eletronica, sabe que não é Bem assim !

A Melhor forma de Contrariar essas Ideias que está na Cabeça das Pessoas é Mostrando para elas atraves de Festas e Oficinas d Djs nas Comunidades que possuem Baixos Recursos, Assim poderiamos mostrar a Todos que a Música eletronica não é bem como a Midia diz.

Particulamente eu não gostava muito de Música eletronica, até ir em uma Balada onde o @DJABYRN tocou, essa Balada mudou totalmente meus Conceitos sobre a Música Eletronica, após isso eu entrei para a carreira de DJ, e assim como uma simples BALADA mudou meus Conceitos sobre a Música Eletronica, poderia Mudar de Muito mais pessoas, Bastava Levar a Música Eletronica até elas.

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Gabriel Guimarães de Aquino 

Elaborando projetos sociais que permitam a aproximação das pessoas com meio musical. Por exemplo ”feiras” sociais que deem a oportunidade de crianças principalmente, terem acesso ao mundo da música eletrônica, de forma gratuita, e passando a se interessar, elas possam ambicionar uma vida melhor, longe da violência, das drogas e da pobreza. 

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Elinho

Devemos criar um projeto em que todas as pessoas sejam beneficiadas , de forma completa na sociedade , em que a música seja a parte principal que as pessoas terão como lazer,diversão, entreterimento ..
Quem ganharia com isso seria a cena eletronica, e a propria sociedade.  
Promovendo aventos em que todos estajam sujeitos a participar , sem restricoes . Uma feira de exposiçao cultural , onde iria ter dicas de produção musical, e uma variedade de informação a respeto da e-music. E uma vaorização à sociedade , sem diferença . E nessa feira , haveria dicas de mixagens , de como conhecer um estilo músical, a história da música eletronica no Brasil e no exterior. 
Em Fim , seria uma maneira de socializar as pessoas à e-music, Sem diferenças, mas sim com o orgulho a música eletronica. 

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Ronaldo Mota de Souza

Através de produtores de música eletrônica e VJs, assim firmando parcerias com entidades que possam disponibilizar espaço físico e equipamentos.

Idéia inicial de formar novos aprendizes produtores de musica eletrônica e também formar novos aprendizes produtores de imagens sincronizadas com a música.

Utilizando a parceria com produtores de musica eletrônica para dar os ensinamentos para cada pessoa participante do projeto Cidadão do Futuro, ao final do projeto o aluno poder expor seu trabalho em meios de comunicação como radio, internet, eventos.

Utilizando a parceria com VJs para dar os ensinamentos para cada pessoa participante do projeto Cidadão do Futuro, para poder sincronizar as musicas produzidas pela outra turma com imagens do cotidiano de cada participante, assim mostrando sua realidade atravez do áudio visual.

Com público alvo de baixa renda, para poder ter oportunidade de explorar um mercado que esta crescendo a cada ano. 

A DJ Ban é uma empresa fundada em 2001 e sediada em São Paulo. Entre as áreas de atuação estão cursos, loja, TV, estúdios para treino e gravação de sets, palestras, locação de equipamentos, eventos, e outras atividades ligadas a música eletrônica.

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