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Estudo sugere que é o DNA, e não a prática excessiva, que determina seu talento musical

Você já sentiu que sua compulsão por música era tão grande que parece que você já nasceu com a música dentro de você? A ciência diz que não, você não está ficando louco. Isso é realidade!

Pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, determinaram que a proficiência musical tem muito mais a ver com o DNA do que o tempo gasto praticando. Você pode ler sobre os detalhes do estudo na íntegra aqui, mas a evidência sugere que qualquer quantidade de prática não faz alguém mais talentoso na arte da música do que o outro – e sim que os genes desempenham um papel importante na nossa predisposição para o ritmo.

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A pesquisa é obrigado a dar consolo para qualquer músico e trabalhador. Pessoalmente, eu não consigo evitar de pensar que saber que muitos membros da minha família (por parte de pai) que são músicos e também a influência do meu velhinho em ouvir rock clássico desde que eu era bebê ajudam a formar minha identidade.

O estudo faz questão de observar que a prática de música não é inútil – ele simplesmente existe para desenvolver ainda mais essa pré-consciência que muitos de nós fomos abençoados com. Que esta pesquisa ser um farol de esperança para quem não tem certeza de sua capacidade total; lembre-se que a música já está dentro de você!

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