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Burning Man terá a primeira instalação feita por brasileiros. Colabore!

Se você é um insider dos festivais, com certeza já ouviu falar do Burning Man. Esse é um festival diferente dos outros. Acontece todo ano no estado de Nevada (EUA), no meio do deserto de Black Rock, durante sete dias e no final um grande homem de madeira é queimado, por tradição.

Não existe uma definição certa para o que é o Burning Man. O que pode se aproximar é chama-lo de um “experimento social”, que vai na contramão do estilo de vida consumista atual. Tudo e todos devem colaborar para a realização do Burning Man, mesmo os pagantes de ingressos.

Existem grupos de pessoas que são de extrema importância para dar o toque final à essa experiência social, que são os artistas. Todo ano a organização do festival recebe dezenas de projetos de instalações artísticas que são visitadas e/ou usufruídas pelo público do Burning Man e que tornam a vivencia no evento ainda mais interessante. Essas instalações devem ser relevantes e proporcionar algum tipo de experiência ou benefício para a sociedade do Burning Man.

Existe um documentário muito bacana sobre o evento chamado “Spark: a Burning Man Story”, e você poderá conhecer um pouco mais sobre as origens e funcionamento dele. Está disponível para assinantes do Netflix.

E foi depois de um grupo de oito amigos ter vivenciado o Burning Man que eles resolveram mostrar o lado criativo do brasileiro para o festival. “No começo parecia até loucura, mas resolvemos encarar o desafio. O critério foi escolher um artista brasileiro (que faz parte do nosso coletivo) para conceber a obra”, diz o Brazilian Burners, o grupo por detrás do Projeto Mangueira.

A ideia do projeto é trazer organicamente diferentes formas de interação com a obra, já que sua estrutura gira em torno do corpo e é constituída por túneis revestidos de água. Ou seja, quando em movimento, promove uma ilusão sensorial que confunde o labirinto e faz com que cada experiência seja única e particular. “Mangueira” desafia seus visitantes através de ilusões sensoriais – nada esperado quando se vê a instalação de primeira, mas sim quando passa pela experiência – em uma jornada individual ou coletiva.

O projeto foi desenvolvido pelo artista plástico Daniel Strickland, que faz parte do grupo Brazilian Burners ao lado de Thaís Carneiro, Giuliano Spina, Carolina Felix, Giulia Lopes, André Guazzelli, Rizza Bonfim e Manuela.

O “Mangueira” já foi aprovado pela organização do Burning Man, mas como todo projeto colaborativo, agora precisa de doações para sair do papel. Por isso o Brazilian Burners criou uma página no site Catarse, um dos maiores site de crowdfunding do país. Você pode fazer parte desse momento histórico e fazer sua doação, que pode ir desde R$ 20 até R$ 3.500.

Acesse o Catarse e ajude o Brazilian Burners.

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