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As 15 Mulheres mais Importantes da Música Eletrônica

As 15 Mulheres mais Importantes da Música Eletrônica

Passeie pelo site da DJBan ou por qualquer outro que seja especializado em música eletrônica e você vai notar uma coisa m comum entre todos eles: esse mundinho é bagunçado pra car@lho! E eu não tenho certeza do porque, mas a proporção de mulheres que tocam/produzem/comandam esse meio é bastante desproporcional em comparação aos homens.

A gente já sabe que as mulheres adoram música eletrônica – adoram ir pras baladas e adoram dançar. Mas isso não significa que as mulheres não vão pra além das pistas nesse mundo, certo? Algumas das figuras mais importantes da música eletrônica são mulheres! Desde apresentadoras de programas de rádio até produtoras musicais, existem mulheres ao redor do mundo que estão dando um banho de talento por aí. E listamos aqui, pra comemorar esse Dia Internacional da Mulher, as 15 mais importantes do mercado.

Annie Mac

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Porque? Tudo o que Annie Mac apresenta dá dinheiro

Desde 2004, Annie Mac é atração da BBC Radio 1, seja em seus próprios programas que rolas às sextas-feiras ou aos sábados a noite. Sua popular série de compilações “Annie Mac Presents” tem ajudado a divulgar diversos artistas do meio, que passaram a ter grande impacto na cena. Ela tem sido uma campeã para a cena drum & bass e acabou conquistando o prêmio de Melhor DJ Feminina         no “Drum & Bass Awards” em 2009 pela sua contribuição ao estilo.

Ela é tão importante que está nutrindo a nova geração da bass music.

NERVO

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Porque? Elas escrevem suas próprias músicas

A dupla de irmãs gêmeas australianas começaram como modelos, mas o amor pela música levou-as para do Opera Australia Academy para o mundo do EDM, onde seu talento para produzir grandes hits garantiu um Grammy para “When Love Takes Over” de David Guetta e Kelly Rowland. Elas chegaram ao topo das paradas do Reino Unido escrevendo o hit “We’re All No One” para Afrojack e Steve Aoki, e já fizeram umas tours com David Guetta e Pete Tong. Elas estão nos créditos de quase todo mundo, fazendo músicas pra gente como Britney Spears e icole Scherzinger e em 2012 chegaram a assinar um contrato para se tornarem garotas propaganda da marca de cosméticos Cover Girl. Com a mais recente fase da EDM assumindo a cena musical mainstream americana, você precisa ter alguém pra escrever grandes hits do pop, daqueles que não saem da cabeça… Bem-vindo ao mundo das meninas NERVO.

 

B-Traits

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Porque? Ela é a garota da Digital Sound

Essa linda canadense que vive no Reino Unido vem subindo nos rankings com o passar dos anos. Ela chamou a atenção do Shy FX, que faz parte do Digital Soundboy, lá pelo ano de 2006, e logo entrou no grupo dos caras. Ela se manteve low profile até 2011, mas ela resolveu mudar tudo em 2012. Ela lançou seu single de estreia, chamado “Fever”, e foi adicionada em uma lista da BBC Radio 1 chamada “Nós Confiamos nos Novos DJs”. Logo veio o convite pra ela comandar seu próprio programa de rádio na Radio 1, onde ela continua a destacar grandes talentos emergentes da cena de bass music.

Nicole Moudaber

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Porque? Ela é a alta sacerdotisa da cena Techno

Nicole tem sido aclamada como a “Rainha do Techno” e é a menina dos olhos de Carl Cox. Ela esteve presente na prestigiosa série Essential Mix da BBC Radio 1, e lançou músicas pelo selo Drumcode (de Adam Beyer). Ela já conta com o seu próprio selo, o MOOD Records, que a ajudou a estampar definitivamente sua canra na cena de Techno. Moudaber é cotada como uma das mulheres mais importantes do Techno.

Mary Anne Hobbs

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Porque? É a verdadeira campeã da música experimental

Você poderia se perguntar onde estaria o dubstep hoje sem a Mary Anne Hobbs. Não, ela nunca esteve em Croydon criando músicas com o Skream, mas o seu progrma “Dubstep Warz”do BBC Radio 1 foi para muitos o momento de definição dentro ascensão da cena. Ela foi por muitos anos o ouvido mais afiado que existiu para sons emergentes dentro da música eletrônica e usou diversas plataformas (incluindo os programas da BBC Radio 1 e da XFM, assim como seus álbuns compilados) para dar as caras de muitas estrelas de hoje.

Reid Speed

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Porque? É DJ há muito tempo e uma das idealizadoras do PlayMe.

Quando se trata da cena eletrônica americana, Reid Speed é um nome que todo mundo já ouviu em algum momento da vida. Ela tem sido um instrumento de divulgação da música eletrônica desde 1996 e na época era integrante do coletivo Direct Drive, de Nova York. Ela assinou com a Breakbeat Science em 2001 e lançou dois CDs mixados com eles (Resonance e Life After Dark). Com a chegada dos anos 2000 ela começou a buscar outros sons fora do drum & bass e levou o seu amor pelos diversos estilos de música eletrônica a outros níveis, elaborando mixes louvados pelo programa de Annie Nightingale da BBC Radio 1. Seu selo, o PlayMe ajudou a impulsionar os estilos drum & bass/dubstep/fidget e caras como Bro Safari e Dillon Francis até o Figure e o RUN DMT lançaram suas músicas por lá.

Annie Nightingale

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Porque? Figura lendária do rádio e campeã da cena break music

Ela foi a primeira DJ mulher da Radio 1 e atualmente considerada a apresentadora mais antiga de lá. A gente não vai revelar a idade desta dama, mas ela tem levado a música eletrônica às massas há um bom tempo. A “Rainha da Break Music foi uma figura muito importante dentro da cena breakbeat, dando voz a um gênero que muitos poderiam ter negligenciado. El ganhou o prêmio John Peel Award em 2008 (e foi primeira mulher a ser agraciada com esta honra), E vai conquistar clubs e países por onde passar oferecendo o que há de melhor na break music.

Kito

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Porque? Dama da Mad Decent

Kito é uma australiana que atualmente mora em Londres e que têm acumulado diversos prêmios nos últimos anos. Sua track “LFO” (lançada pelo selo Disfigured Dubz do Skream) conquistou os ouvidos de Diplo, que a puxou para o rebanho da Mad Decent, ajudando-a a amadurecer seu som e dar mais exposição dentro da cena de bass music. Ela também lançou algumas tracks pela Ed Banger e seu trabalho com Reija Lee é um dos mais cativantes vocais da música eletrônica dos últimos tempos.

Um dos pontos altos da carreira de Kito é seu remix oficial para a música “Who Run the world (Girls)” da cantora Beyoncé, que poderia ser o hino de qualquer mulher dessa lista.

 

Gina Turner

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Porque? DJ e produtora musical com qualidade comprovada

Gina Turner ganhou o respeito de quem quer que seja qu a tenha visto tocando ao vivo, já que ela é reconhecida por mixar uma ótima gama de músicas dando uma verdadeira aula de música. Suas tracks origiais furam lançadas por uma série de selos firmados no mercado, incluindo Mixmash, Ministry of Sound, Sound Pellegrino, Black Hole, e Defected, ela também tem o seu próprio selo, o Turn It Records, que ajuda a impulsionar suas novas músicas o mais rápido possível. Gina também apresenta o SiriusXM no canal BPM, onde ela não só levanta a bola de grandes lançamentos, como também entrevista convidados, aprsenta alguns mixes, e oferece outros mimos especiais com seu jeitinho energético de ser.

Maya Jane Coles

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Porque? Produtora confiável e DJ super requisitada.

O nome de Maya Jane Coles tem sido dito em toda parte como um dos talentos emergentes da música eletrônica, da Rolling Stone até a Mixmag. Sob esta alcunha ela é conhecida por produzir house music de muita qualidade, e com o pseudônimo Nocturnal Sunshine lança tracks de dubstep. Ela também faz parte do She Is Danger, que já remixou músicas de Massive Attack e Gorillaz. Seu Essencial Mix de 2011 concorreu ao melhor Set do ano e Maya foi cotada como a DJ do Ano de 2013, ganhando elogios dos estabelecimentos mais respeitáveis. Ela faz juz ao hype e está destinada a deixar sua marca.

Audrey Napoleon

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Porque? A estrela em ascensão que tem música pop na cabeça

Audrey é uma recém chegada. Até 2010 seu nome não tinha entrado nas pautas da música eletrônica, mas ela recuperou todo o tempo perdido causando um grande estardalhaço com a sua própria revelaçãoo. Seu single “Poison” pegou fogo e ajudou a impulsionar seu som “pop underground” para as massas. Ela mantém residência nos clubs Avalon e Music Box de Los Angeles, e tocou ao lado de caras do calibre de Deadmau5, Eric Prydz, Steve Aoki, e Avicii, só pra citar alguns. Ela também tem um sendo de moda afiadíssimo, e começou uma linha de roupas com um designer britânico que conquistou os olhos da Vogue entre outras organizações do mundo da moda. Parece que ela está pouco a pouco dominando o mundo. Vamos observar.

Nicole Cacciavillano

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Porque? Ela faz acontecer na sua cidade.

Apesar de não ser conhecida como DJ ou produtora musical, Nicole fundou o Sub.Mission em Denver. O que começou com uma busca por empregos na área de educação (depois de ter conquistado alguns diplomas) se tornou no sustento de Nicole em Colorado e trouxe o aprecio pelo dubstep com ela. Sua empresa de produção foi criada em 2007. E desde então se expandiu para uma agência de artistas e uma estação de rádio. Seu trabalho duro e dedicação dar oferecer noites de bass music de qualidade em Denver não só colocou a cidade no mapa das tour dos principais artistas do gênero, mas também tornou a cidade um dos principais mercados da música eletrônica nos Estados Unidos.

DJ Storm

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Porque? Ela é a primeira dama da Metalheadz

Ao lado de Kemistry, a DJ Storm foi uma das principais DJs durante a explosãoo do drum & bass nos anos 90. Fazendo parte do selo pioneiro do gênero, o Metalheadz, Kemistry e Storm mostraram como as mulheres podem prosperar dentro de um gênero dominado pelos homens. Após a morte premtura de Kemistry no ano de 1999, Storm continuou a tocar drum & bass e continua a ser uma das principais figuras da cena, apresentando o programa da Metalheadz na Ministry of Sound Radio.

Zoe Johnston

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Porque? Aquela voz…

Embora não seja conhecida como produtora musical ou DJ, Zoe Johnston é uma figura muito importante na música eletrônica. Ela faz parte do grupo Faithless, e emprestou não só sua voz, mas também sua caneta para o álbum Group Therapy do Above & Beyond, álbum de 2011 que ocupa um lugar importante dentro do gênero trance, e muito desse prestígio deve-se à sua voz. A emoção que ela traz a uma música é quase tão importante quanto a track em si, assim como qualquer trance obstinado.

 

Lady Faith

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Porque? É a diva do hardstyle

Faith é reconhecida como a Primeira Diva Americada do Hardstyle e Hard Dance, e passou os últimos 5 anos galgando seu espaço na cena hard dance, sendo atração principal de festivais e noites ao lado de Headhunterz, Dash Berlin, Wildstylez, e Angerfist. Sua presença é tão importante quanto suas produções originais e suas habilidades como DJ, e com o movimento hard ganhando consistência, o gênero precisará de um rosto, e Lady Faith deve ter o seu lugar reservado.

 

 

Camila Giamelaro é uma mulher multitarefa no cenário eletrônico nacional. Com formação em publicidade, sempre teve na veia jornalismo e no final dos anos 2000 criou o blog Caixa Direita, voltado para a música eletrônica. Desde então, colaborou com sites e revistas como House Mag, Phouse, Psicodelia.org e DJ Music, foi Coordenadora de Mídias Sociais e editora do blog da DJ Ban e booker na Agência Tune.

Hoje atua como professora de Imagem e Comunicação para Artistas na DJ Ban e está a frente da agência GIG, uma agência dedicada ao mercado de música eletrônica que trabalhou com clientes como Pioneer DJ, Warung Tour São Paulo, D-Nox, Boris Brejcha, entre outros.

Também é DJ e produtora musical da dupla Binaryh.

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